Voemos mais alto
Contam nossos avós que um aviador solitário retornava de viagem, quando foi surpreendido por violenta tempestade. Experiente, permaneceu tranqüilo, prosseguindo no rumo que para si mesmo traçara. Não seria a primeira tempestade que enfrentaria. E, com certeza, não seria a última. De repente, começou a ouvir um estranho ruído. De início, não deu maior atenção. Contudo, pouco depois, o barulho aumentou, preocupando-o. Começou a vasculhar sua cabine e se deparou com um rato roendo um dos canos condutores de combustível. Ele não sabia o que fazer para se livrar daquele importuno passageiro, que poderia levá-lo à queda. Não poderia agarrá-lo e jogá-lo para algum canto, porque nesses movimentos poderia desestabilizar o avião. Achou que poderia pousar em um aeroporto e se livrar do incômodo passageiro, mas, por causa da tempestade, isso era impossível. Enquanto maquinava em sua mente a atitude correta a tomar, percebeu que o rato sofria para respirar na altura em que estavam. Rapidamente, ...